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Tequaly incorpora novas tecnologias e começa a atender setor petroquímico
Comunicação Tequaly
24 de setembro de 2019, 16:27
O constante desenvolvimento de tecnologias é uma premissa da Tequaly, que preza por inovação contínua para as indústrias de diversos segmentos. Diante disso, depois de uma criteriosa análise de mercado, a Tequaly incorporou em suas atividades o atendimento ao setor petroquímico, tanto em âmbito público quanto privado, com o fornecimento de produtos tecnológicos, além de serviços de manutenção especializada.
Extremamente renomado no cenário petroquímico, o Eng. João Hayashi – representando a empresa Heater System, da qual é proprietário –, passa a fazer parte da equipe técnica e comercial da Tequaly, como o especialista responsável por essa área de atuação. Ele traz consigo toda sua bagagem de experiências e um rico portfólio, por meio de uma parceria firmada entre as empresas.
Entre as novidades de fornecimento da Tequaly, Hayashi destaca os fornos de destilação a vácuo, de etileno, steam reformer, forno de craqueamento, superaquecedor de vapor para plantas de estireno e de coque retardado. “A Heater System, praticamente, construiu fornos de todos os tipos, baseada em projetos próprios ou nas tecnologias mais importantes desse mercado. Além disso, tem desenvolvido relacionamento com as principais empresas do mundo, tanto nos Estados Unidos como em países da Europa e da Ásia”, afirma. Independente de suas peculiaridades, esses produtos tecnológicos são extremamente importantes nos processos das refinarias. “Os fornos de destilação atmosférica e destilação a vácuo, por exemplo, fazem as primeiras fases da separação dos produtos derivados do petróleo, como o diesel, gasolina e nafta”, explica.
De modo geral, um dos maiores desafios das indústrias petroquímicas está nos fornos, o que traz grandes oportunidades para a Tequaly. “Em muitos casos, uma planta de refino está limitada a uma determinada capacidade, na qual, o ‘gargalo’ é o forno, e, nesses casos, a Heater System possui muita experiência em efetuar o REVAMP, que consiste na reforma com ampliação da capacidade”, esclarece.
Além dos fornos, a Tequaly também está pronta para atender esse setor com tratamento de gases (separadores, purificadores, etc.), pré-aquecedores de ar e transferência de massa (bandejas, recheios em geral e internos de colunas). É importante ressaltar que a modalidade de fornecimento em EPC (Engineering, Procurement and Construction) é uma das especialidades da Tequaly que, ao unir forças com a Heater System, garante projetos de alta performance para esse setor.

Tendência do mercado e foco da Tequaly
Com mais de 40 anos de experiência no desenvolvimento de tecnologias para o segmento petroquímico, o especialista João Hayashi analisa qual a tendência de crescimento desse setor durante os próximos anos, no Brasil. “Pensando que no futuro os automóveis, em sua maioria, venham a ser elétricos, as refinarias, possivelmente, terão de mudar o foco da sua produção, utilizando mais o petróleo para produzir matéria-prima para a fabricação de diversos tipos de plástico em vez de combustível. Nesse cenário, imagino refinarias menores, com tancagem, geração de energia, tecnologias modernas e plantas especificamente focadas em produzir aquilo que a região ao seu redor consome”, avalia.
Para Hayashi, a busca contínua por tecnologias é essencial para as indústrias. “Antigamente, costumava-se dizer que a cada duas décadas surgia uma nova tecnologia. Nos dias atuais, em menos de três anos uma novidade tecnológica é desenvolvida. Por isso, precisamos sempre analisar as tendências do futuro para basear nossas ações e pensar mais rápido que os demais”, comenta.
Em consenso com essa linha de pensamento, o Diretor Técnico e Comercial da Tequaly, Christiano Lopes, reitera que o foco e a inspiração para o plano estratégico da empresa estão na inovação contínua ao buscar soluções tecnológicas para todos os setores em que atua e na diversificação de mercados. “Como provedora de tecnologias para esse setor, a Tequaly prevê focar, principalmente, nessas futuras refinarias e nas unidades que estão em processo de privatização, além das empresas já consistentes do segmento”, conclui.